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Unoesc Chapecó promove o #A-Day2K17, evento para as Startups e acadêmicos 

Dia 22 a Unoesc Chapecó promove o #A-Day2K17, evento para as Startups e acadêmicos compartilhem  experiências. Faça sua o inscrição no Link:

https://educare.unoesc.edu.br/inscricao/461

HUB2B, startup acelerada pela 1BiCapital, foi selecionada para participar de missão ao Vale do Silício – A meca da tecnologia.

HUB2B foi selecionada para participar da missão SaaSTR, organizada pela StartupSC, que subsidiará parte da missão de 9 Startups Catarinenses para o Vale do Silício.

“A SaaStr é definitivamente a maior comunidade no planeta de pessoas que gostam de software corporativo. É uma grande comunidade de pessoas tentando construir empresas e aprender uns com os outros. É surpreendente”.

Aaron Levie
CEO, COFOUNDER & CHAIRMAN OF BOX

Parabéns Ricardo, Sergio e toda a excelente equipe da HUB2B.

 

 

Startups aceleradas pela 1bicapital.com  são selecionadas para imersão em Buenos Aires

Parabéns para as duas startups, aceleradas pela 1Bi Capital, Hub2b e Belasis que foram selecionadas entre mais de 250 startups para representar o Brasil na imersão na Argentina.
http://revistapegn.globo.com/Startups/noticia/2017/08/startups-brasileiras-sao-selecionadas-para-imersao-em-buenos-aires.html

Receita Federal disciplina tributação de aporte de capital em micro e pequenas empresas

Instrução Normativa (IN) RFB nº 1719/2017 trata de aporte de capitais em micro e pequenas empresas

 

Foi publicada no Diário Oficial da União a IN RFB nº 1719/2017 que trata de questões tributárias que envolvem os aportes de capital em sociedade enquadradas como microempresas ou empresa de pequeno porte realizados por investidores conhecidos com investidores anjo.

Tais aportes decorrem de contratos de participação firmados entre as sociedades enquadradas como microempresas ou empresa de pequeno porte e o investidor-anjo.

Esse ato normativo define que à microempresa ou empresa de pequeno porte que receba os aportes na modalidade tratada no dispositivo não é obrigatória a adoção do Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples Nacional), assim, pode a microempresa ou empresa de pequeno porte adotar qualquer forma de tributação aceita pela legislação do imposto de renda.

Quanto a regra de tributação pelo Imposto de Renda dos rendimentos decorrentes do aporte de capital, utiliza a regressividade pelo prazo do contrato, iniciando em 22,5% para os contratos de participação de prazo de até 180 dias e regredindo até 15% para os contratos de participação mantidos por prazo superior a 720 dias.

Via de regra incidirá a alíquota mínima de 15% dado que pela definição da própria Lei Complementar nº 123, de 2006, o resgate do valor aportado somente poderá ser efetuado se decorridos, no mínimo, dois anos do aporte de capital, o que pressupõe contratos de prazo mínimo de dois anos, podendo se estender a até sete anos por limitação do mesmo texto legal.

Sofrem retenção na fonte, conforme a tabela definida no art. 5º, os rendimentos periódicos e o ganho obtido no resgate do aporte obtidos pelas pessoas físicas e pessoas jurídicas quando do seu pagamento, sendo que o imposto retido na fonte é considerado definitivo para investidores pessoas físicas e jurídicas isentas ou optantes pelo Simples Nacional.

Na hipótese do investidor anjo alienar a titularidade dos direitos do contrato de participação incidirá imposto de renda pelas alíquotas regressivas definidas no art. 5º da Instrução Normativa, com o tempo calculado entre a data do aporte e a data da alienação dos direitos.

Para os fundos de investimentos ficam dispensadas as retenções do imposto de renda nas operações do fundo, todavia no resgate das cotas aplicam-se as regras estabelecidas para os fundos de investimentos regidos por norma geral ou as regras estabelecidas para os fundos de investimentos constituídos sob a forma de condomínio fechado.

Fonte: Secretaria da Receita Federal do Brasil

 

 

 

Start-up poderá receber apoio de até R$ 1 milhão do governo

Empreendedores trabalham em escritorio da wayra, aceleradora de start-ups da Telefonica Foto:Divulgacao ***DIREITOS RESERVADOS. NÃO PUBLICAR SEM AUTORIZAÇÃO DO DETENTOR DOS DIREITOS AUTORAIS E DE IMAGEM***

Empreendedores trabalham em escritório de aceleradora de start-ups

A Finep (Financiadora de Estudos e Projetos) lança nesta segunda-feira (19) plano para investir em até 50 start-ups (empresas de tecnologia em estágio inicial).

Cada empresa pode receber até R$ 1 milhão da financiadora, que é vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Podem participar da seleção companhias brasileiras com faturamento anual de até R$ 3,6 milhões.

Entre as áreas de interesse estão educação, cidades sustentáveis, fintechs (tecnologia para setor financeiro), internet das coisas, economia criativa, energia, defesa, mineração, petróleo, biotecnologia, “agritech “e química.

Serão aceitas empresas que tenham ao menos protótipo desenvolvido e que necessitem de recursos para ganhar espaço no mercado.

Desde 2002 a Finep investe em start-ups, porém de modo indireto, aplicando seus recursos para se tornar cotista de fundos de “venture capital” (capital de risco).

Esses fundos costumam buscar empresas mais maduras do que as que serão alvo de investimento do novo programa. Em geral, eles fazem menos injeções de capital com valores maiores, a partir de R$ 3 milhões.

A Finep investiu R$ 257 milhões em 13 fundos do tipo que, até agora, injetaram recursos em 98 empresas –seis dos fundos ainda estão em período de investimento e podem colocar recursos em mais companhias.

Marcos Cintra, presidente da Finep, afirma que a estratégia ajudou a fomentar no restante do mercado a criação de mais fundos do tipo e, por isso, deixou de ser necessário que a instituição seguisse com ela.

Por outro lado, ele diz que são poucas as alternativas de investimento para empresas que têm produto pronto e precisam de investimento girando em torno de R$ 1 milhão para que eles sejam colocados no mercado.

MECANISMO

A avaliação das empresas levará em conta o nível de inovação do projeto, potencial de mercado e o perfil da equipe fundadora.

Ao investir em uma start-up a Finep não se tornará sócia imediatamente, mas terá o direito de decidir, após período de três anos (prorrogáveis por mais dois), se tem interesse em comprar as ações da empresa apoiada.

A instituição não avalia o valor da companhia no momento em que investe.

O valor da fatia da Finep será definido quando a start-up receber um novo investimento de ao menos R$ 1 milhão. O cálculo levará em conta quanto o novo investidor injetou de capital e por qual percentual da empresa e
o valor investido pela Finep quando selecionou a companhia.

Caso não haja novo investimento no período de vencimento da opção, mas a Finep decida se associar à companhia, a participação dela levará em conta um valor de R$ 3 milhões para a startup.

Se a start-up não der certo, a Finep pode abrir mão do investimento sem ter de arcar com as dívidas da empresa.

Cintra afirma que, mesmo que parte das start-ups feche, a expectativa é que as que tiverem sucesso deem retorno financeiro à instituição.

RECESSÃO

A Finep vem sofrendo com reduções em seu orçamento para apoiar investimentos em pesquisa e inovação como resultado da recessão da economia brasileira.

Enquanto em 2014 R$ 8,6 bilhões foram contratados em linhas de crédito para empresas, no ano passado o valor foi de R$ 1,7 bilhão.

Para 2017, o orçamento foi ampliado para R$ 7,6 bilhões, devido a empréstimo contratado como BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) no valor de US$ 1,5 bilhão (R$ 4,9 bilhões).

VEJA COMO SERÁ A SELEÇÃO

Quando as inscrições serão abertas?

O edital completo do programa deve ser divulgado em aproximadamente um mês e ficará disponível no site http://www.finep.gov.br. As inscrições também podem ser feitas lá

Quem pode participar?

Empresas que atuam com inovação, que tenham pelo menos um protótipo pronto e faturem no máximo R$ 3,6 milhões por ano

Quais os critérios de seleção?

Cada empresa participante será avaliada, a partir de uma escala de pontos que vai até 20, levando em conta o nível de inovação do projeto, o potencial de seu mercado, experiência de seus fundadores e investimentos que recebeu

Já contar com outros investidores ajuda?

Sim. Cada R$ 50 mil recebidos de investidores darão à start-up um ponto adicional na avaliação, com limite de até 5 pontos

A Finep vai ser sócia das empresas?

Sim, ela terá capital minoritário na companhia. O percentual exato será definido no momento em que novo investidor colocar recursos na empresa, levando em conta o valor da companhia no momento e o valor investido pela Finep

E se a empresa não receber mais investimentos?

Após 3 anos, renováveis por mais 2, a Finep decide se quer ou não assumir sua participação na start-up. Em caso positivo, considera um valor de R$ 3 milhões para a companhia

Fonte: Filipe Oliveira – Folha de São Paulo